No meio de um jardim
Sem aviso nem nada
Uma planta brotou
Cresceu
Onde ninguém esperava
Floresceu
Onde ninguém cultivava
Eis que se mostrou
Era uma bela Flor
Tímida se abria
Procurava a Luz
Bela, Colorida, Perfumada
Surgida do nada
Ninguém a regava
Dia após dia murchava
E ninguém percebia
Que a bela flor
Aos poucos sumia
Até que um dia se deu
Aquela bela flor, morreu
Não havia mais jeito
Poucos souberam seu nome
Que era Amor-Perfeito
sábado, 26 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
O Mar e a Montanha
Um homem vivia à sombra da montanha
Um dia ele subiu a montanha e avistou o mar
Passou a admirar o azul do mar
Toda vez que a falta do mar era sentida,
Ele desafiava a montanha!
O mar foi tornando-se cada vez mais vívido
E mais vezes a ela enfrentava
Arriscando-se nas pedras e precipícios
Quando o mar se tornou essencial
Ele deixou a sombra fria da montanha
Para viver na beira do mar
Quanto tempo perdeu! - Era a verdade
Pois do mar, ele via a montanha
E da sombra, jamais teve saudade
(Wagner Kirmse Caldas)
Um dia ele subiu a montanha e avistou o mar
Passou a admirar o azul do mar
Toda vez que a falta do mar era sentida,
Ele desafiava a montanha!
O mar foi tornando-se cada vez mais vívido
E mais vezes a ela enfrentava
Arriscando-se nas pedras e precipícios
Quando o mar se tornou essencial
Ele deixou a sombra fria da montanha
Para viver na beira do mar
Quanto tempo perdeu! - Era a verdade
Pois do mar, ele via a montanha
E da sombra, jamais teve saudade
(Wagner Kirmse Caldas)
Pensamentos
Se a loucura do mundo é poesia na pena do poeta, pego carona nas asas de pégasus pra deixar meu verso.
(Wagner Kirmse Caldas)
(Wagner Kirmse Caldas)
domingo, 9 de março de 2008
Dia Internacional da Mulher
Essa é minha singela contribuição
à vocês, mulheres, que dão sentido
à nossa humilde existência
São mulheres, sim
Aquelas que buscam seu espaço
Aquelas que querem a liberdade, também
Mesmo que essa liberdade
Seja vivida ao lado de alguém
São mulheres, sim
As que querem a independência
Que não querem andar atrás de seu par
Que tem plena consciência
De que é preciso estar ao lado para caminhar
São mulheres, sim
As que gostam de se maquiar
As que gostam de receber rosas
As que gastam horas para se arrumar
As que lêem poesias para rir ou chorar
São mulheres assim:
Que riem
Que lutam
Que choram
Que amam
Que fazem de nós, homens,
Meros espectadores
de sua grandeza
e de sua beleza.
(Wagner Caldas)
à vocês, mulheres, que dão sentido
à nossa humilde existência
São mulheres, sim
Aquelas que buscam seu espaço
Aquelas que querem a liberdade, também
Mesmo que essa liberdade
Seja vivida ao lado de alguém
São mulheres, sim
As que querem a independência
Que não querem andar atrás de seu par
Que tem plena consciência
De que é preciso estar ao lado para caminhar
São mulheres, sim
As que gostam de se maquiar
As que gostam de receber rosas
As que gastam horas para se arrumar
As que lêem poesias para rir ou chorar
São mulheres assim:
Que riem
Que lutam
Que choram
Que amam
Que fazem de nós, homens,
Meros espectadores
de sua grandeza
e de sua beleza.
(Wagner Caldas)
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Epopéia
E foi uma saga
Teve gente pulando fora do barco
Antes mesmo dele ir para água
Melhor pra quem defendia seu espaço
Primeira vez em Colatina
Dava pra desistir na viagem
Como demorou pra chegar
Como demorou para fazer a prova
Como demorou pra voltar
O que é memorial?
E projeto? Qual projeto, "pelamordeDeus".
Metade das vagas preenchidas
E agora?
O que será que será?
Mais um processo seletivo
Gente que queria não passando
Gente que não sabia passou
Vai "mininu" faz a prova
O "mininu" passou
Mais gente passou ...
Entrevista!
A turma fechou
E vamos viajar
Contagem regressiva na van
Cada dia 2% concluído
Ê vida de gado
Teve gente atravessada
Teve gente emudecida ... "Responde Mininu!"
E vai professor ... Vem professor
20% já foram, ainda faltam 80%!
Meu Deus!
Enquanto outros eram convidados a sair da frente
E a chegar mais cedo, se fosse pra atrapalhar
Outras nasciam ...
Métodos de ensino "raquelianos" surgiam
Carecas reluziam
Califórnia, Gobetti e churrasquinho.
Alunos pretensamente dormiam e a professora
Com "pena", liberava mais cedo!
E vai professor ... Vem professor
40% já foram, ainda faltam 60%!
Meu Deus!
Época de Mexerica ...
Chuuuuuuuuuupa!
Ah, que cheirinho bom!
Chuchus brotavam na sala
Cabelos eram enrolados
Filmes de borboleta faziam chorar ...
Companheiros de ônibus
E os quatro companheiros de estrada
Churrasco em Ibiraçu
E vai professor ... Vem professor
60% já foram, ainda faltam 40%!
Falta pouco!
Vila Pavão, derrepente ficou perto
Gente desmaiando ...
Ensino a distância?
Com perfume até funciona!
Festa Junina ... Que legal!
E vai professor ... Vem professor
80% já foram, ainda faltam 20%!
Ta quase acabando, ufa!
É hora da história
E ninguém melhor pra contá-las
Do que Forrest Gump!
Gol Cartesiano!
Festa no ônibus!
E vai professor ... E vamos nós ...
Acabou?!?!?!
Saudade!
Wagner Kirmse Caldas
E foi uma saga
Teve gente pulando fora do barco
Antes mesmo dele ir para água
Melhor pra quem defendia seu espaço
Primeira vez em Colatina
Dava pra desistir na viagem
Como demorou pra chegar
Como demorou para fazer a prova
Como demorou pra voltar
O que é memorial?
E projeto? Qual projeto, "pelamordeDeus".
Metade das vagas preenchidas
E agora?
O que será que será?
Mais um processo seletivo
Gente que queria não passando
Gente que não sabia passou
Vai "mininu" faz a prova
O "mininu" passou
Mais gente passou ...
Entrevista!
A turma fechou
E vamos viajar
Contagem regressiva na van
Cada dia 2% concluído
Ê vida de gado
Teve gente atravessada
Teve gente emudecida ... "Responde Mininu!"
E vai professor ... Vem professor
20% já foram, ainda faltam 80%!
Meu Deus!
Enquanto outros eram convidados a sair da frente
E a chegar mais cedo, se fosse pra atrapalhar
Outras nasciam ...
Métodos de ensino "raquelianos" surgiam
Carecas reluziam
Califórnia, Gobetti e churrasquinho.
Alunos pretensamente dormiam e a professora
Com "pena", liberava mais cedo!
E vai professor ... Vem professor
40% já foram, ainda faltam 60%!
Meu Deus!
Época de Mexerica ...
Chuuuuuuuuuupa!
Ah, que cheirinho bom!
Chuchus brotavam na sala
Cabelos eram enrolados
Filmes de borboleta faziam chorar ...
Companheiros de ônibus
E os quatro companheiros de estrada
Churrasco em Ibiraçu
E vai professor ... Vem professor
60% já foram, ainda faltam 40%!
Falta pouco!
Vila Pavão, derrepente ficou perto
Gente desmaiando ...
Ensino a distância?
Com perfume até funciona!
Festa Junina ... Que legal!
E vai professor ... Vem professor
80% já foram, ainda faltam 20%!
Ta quase acabando, ufa!
É hora da história
E ninguém melhor pra contá-las
Do que Forrest Gump!
Gol Cartesiano!
Festa no ônibus!
E vai professor ... E vamos nós ...
Acabou?!?!?!
Saudade!
Wagner Kirmse Caldas
domingo, 16 de setembro de 2007
A Estrada
Escrevi esse quando era adolescente, mas gosto muito dele, por mais que seja ingênuo.
Nossa vida é como uma estrada ... tem início quando você nasce
E acaba ... será que acaba?
Faça sua vida como uma estrada trafegável,
É inevitável que existam buracos ...
Tape-os com esperança e paciência
Também haverão obstáculos
Remova-os com firmeza e cuidado
E se surgirem curvas, não derrape ...
Não ande no meio de sua estrada
Escolha a mão dos que vão
Para que não seja atropelado pelos que vem em sentido contrário.
Existirão aqueles que lhe farão críticas
Seja por sua forma de conduzir
Ou mesmo pelo seu modo de ser, pensar ou agir
Não lhes dê atenção
Fixe-se na sua estrada.
O caminho é longo e acidentado
Se encontrar alguém no acostamento necessitando ajuda, ajude
Pode ser que um dia seja você no acostamento
Se precisar de ajuda, peça
Encontrará entroncamentos no caminho
Escolha o caminho certo, e não os atalhos
Apegue-se à sua estrada ... Ame seus passos
Preste atenção nos avisos
Eles podem ser úteis
Não corra muito, aprecie a paisagem
Saiba que para onde você vai
Não é a velocidade que conta, mas sim o cuidado
Não faça "barbeiragens", você pode atrapalhar alguém
Viva e deixe viver ...seja sempre você mesmo
Você não é obrigado a mudar seu caminho
Apenas para agradar os amigos ou desconhecidos
Ande com responsabilidade
Saiba sorrir
Não dê as costas às pessoas, faça amigos
Seja bom aos outros, sem esperar nada em troca
E quando chegar ao fim da jornada verá
O quanto valeu a pena saber respeitar as leis da ESTRADA.
Wagner Kirmse Caldas-1989-Revisto em 10/2002
Nossa vida é como uma estrada ... tem início quando você nasce
E acaba ... será que acaba?
Faça sua vida como uma estrada trafegável,
É inevitável que existam buracos ...
Tape-os com esperança e paciência
Também haverão obstáculos
Remova-os com firmeza e cuidado
E se surgirem curvas, não derrape ...
Não ande no meio de sua estrada
Escolha a mão dos que vão
Para que não seja atropelado pelos que vem em sentido contrário.
Existirão aqueles que lhe farão críticas
Seja por sua forma de conduzir
Ou mesmo pelo seu modo de ser, pensar ou agir
Não lhes dê atenção
Fixe-se na sua estrada.
O caminho é longo e acidentado
Se encontrar alguém no acostamento necessitando ajuda, ajude
Pode ser que um dia seja você no acostamento
Se precisar de ajuda, peça
Encontrará entroncamentos no caminho
Escolha o caminho certo, e não os atalhos
Apegue-se à sua estrada ... Ame seus passos
Preste atenção nos avisos
Eles podem ser úteis
Não corra muito, aprecie a paisagem
Saiba que para onde você vai
Não é a velocidade que conta, mas sim o cuidado
Não faça "barbeiragens", você pode atrapalhar alguém
Viva e deixe viver ...seja sempre você mesmo
Você não é obrigado a mudar seu caminho
Apenas para agradar os amigos ou desconhecidos
Ande com responsabilidade
Saiba sorrir
Não dê as costas às pessoas, faça amigos
Seja bom aos outros, sem esperar nada em troca
E quando chegar ao fim da jornada verá
O quanto valeu a pena saber respeitar as leis da ESTRADA.
Wagner Kirmse Caldas-1989-Revisto em 10/2002
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Não sei ...
Não sei ...
Que direi?
Sou poeta?
Não sei a rima ...
Não sei a sílaba ...
Não sei a sina,
De quem escreve
Aquilo que sente.
Não sei ...
O que sinto?
Nem isso eu sei ...
Não sei se estou alegre.
Não sei se estou triste.
Quando rio estou alegre?
Quando choro estou triste?
Não sei ...
E se escrevo a dor ...
Isso existe?
Insiste!
Desiste.
Que direis?
Sou poeta?
(Wagner Kirmse Caldas - 12/09/07 - 0:09)
Que direi?
Sou poeta?
Não sei a rima ...
Não sei a sílaba ...
Não sei a sina,
De quem escreve
Aquilo que sente.
Não sei ...
O que sinto?
Nem isso eu sei ...
Não sei se estou alegre.
Não sei se estou triste.
Quando rio estou alegre?
Quando choro estou triste?
Não sei ...
E se escrevo a dor ...
Isso existe?
Insiste!
Desiste.
Que direis?
Sou poeta?
(Wagner Kirmse Caldas - 12/09/07 - 0:09)
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