Minha menina mora nas montanhas
Aonde o frio contrasta com seu calor
Rajadas de vento gélido sãojavascript:void(0)
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Incapazes de provocar torpor
Ante o fogo de seu olhar
Nada conseguiria tentar se impor
A chama que me faz apaixonar
Minha vida ganhou mais sentido
E também de cores vivas se encheu
Uma grande alegria livrou o perdido
Princesa do frio
Renova-me qdo a semana findar
Enche o meu peito de calor
Serpenteie em meu pensar
Entorpeça meus sentidos
Não deixe um espaço vagar
Tome tudo o que é seu
Eu me rendo a seu cuidar
Menina Mulher, Mulher menina
Enxergo em você meu destino
Um grande prazer é ser sua sina
Faminto sou de você
Um verdadeiro glutão
Totalmente encantado
Um entregue coração
Realiza em minha vida
O encanto da paixão.
(Dedicada ao Acróstico do primeiro parágrafo e merecedora do epíteto dos demais)
terça-feira, 10 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Acróstico I
Muito mais do que esperava,
Apareceu-me um anjo do frio,
Reluzente como a luz da manhã.
Incendiou meu parco coração.
Atravessou meu peito como lança.
Não me perguntou nada,
Apenas me fez Feliz, e pronto.
Ponto.
Outrora silenciosos meus dias,
Zíngaros neles, hoje, fazem folia.
Zonzeando em minha cabeça,
Anunciando a boa nova:
Tem dona um ermo coração.
Trazendo à realidade quem só vivia na
Ilusão.
Dedicada ao Acróstico.
Apareceu-me um anjo do frio,
Reluzente como a luz da manhã.
Incendiou meu parco coração.
Atravessou meu peito como lança.
Não me perguntou nada,
Apenas me fez Feliz, e pronto.
Ponto.
Outrora silenciosos meus dias,
Zíngaros neles, hoje, fazem folia.
Zonzeando em minha cabeça,
Anunciando a boa nova:
Tem dona um ermo coração.
Trazendo à realidade quem só vivia na
Ilusão.
Dedicada ao Acróstico.
Gramatical
Veio do reino do onde
Do tempo do quando
Chegou não sei como
E me abalou quanto
Sumiram os advérbios Interrogativos
Quando me encantei com seus adjetivos
Pois, sua presença que era abstrata
Tornava-se, agora, substantiva
Agora tangível, com seus predicativos a me tocar
Dei-lhe um pronome pessoal do caso reto
Terceira pessoa singular
Hoje a vejo como artigo definido singular feminino e pontual
Que converteu-nos em pronome pessoal do caso reto
Primeira pessoa plural
Para explicá-la, somente com metáforas
Para elogiá-la, somente com hipérboles
Mesmo pleonasmos são bem-vindos
Se eu negar tudo isso, me chame paradoxal
Pois, há pouco tempo, não flexionávamos
Então, sem pensar no Pretérito Imperfeito
Hoje vivemos o tempo presente
E escrevemos um Futuro 'Mais-que-Perfeito'
O que poderia ser grande
Virou palavra superlativa sintética
Conjugar o verbo amar
Só mesmo com licença poética
Agora não existem interrogações
Nossa conversa não tem reticência casual
Vivemos, os dois, na exclamação
Wagner Kirmse Caldas
(Dedicado a minha Mariana)
Do tempo do quando
Chegou não sei como
E me abalou quanto
Sumiram os advérbios Interrogativos
Quando me encantei com seus adjetivos
Pois, sua presença que era abstrata
Tornava-se, agora, substantiva
Agora tangível, com seus predicativos a me tocar
Dei-lhe um pronome pessoal do caso reto
Terceira pessoa singular
Hoje a vejo como artigo definido singular feminino e pontual
Que converteu-nos em pronome pessoal do caso reto
Primeira pessoa plural
Para explicá-la, somente com metáforas
Para elogiá-la, somente com hipérboles
Mesmo pleonasmos são bem-vindos
Se eu negar tudo isso, me chame paradoxal
Pois, há pouco tempo, não flexionávamos
Então, sem pensar no Pretérito Imperfeito
Hoje vivemos o tempo presente
E escrevemos um Futuro 'Mais-que-Perfeito'
O que poderia ser grande
Virou palavra superlativa sintética
Conjugar o verbo amar
Só mesmo com licença poética
Agora não existem interrogações
Nossa conversa não tem reticência casual
Vivemos, os dois, na exclamação
Wagner Kirmse Caldas
(Dedicado a minha Mariana)
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